As planificações na educação constituem uma prática indispensável nas acções dos profissionais da educação. Como qualquer actividade humana exige um exercício racional antes da execução, na educação não é diferente. É preciso reflectir sobre as acções que serão desenvolvidas no futuro, de modo a determinar o que se pretende alcançar, preparar o que será usado para o tal desiderato, por quanto tempo, prever os obstáculos possíveis que eventualmente podem comprometer chegar à meta. Este artigo se apresenta com os objectivos de descrever as actividades realizadas na ZIP nas sessões de planificações quinzenais de aulas; avaliar o nível de satisfação dos professores participantes relativamente o contribuito dos encontros de planificações quinzenais na ZIP. Esta pesquisa é de carácter descritiva, fundamentada no paradigma compreensivo interpretativo, enfoque epistemológico quali-quantitativo com técnica mista: questionário e entrevista. Os resultados obtidos apontam a ausência de aulas simuladas; falta de diálogo aberto durantes as planifcações; desorganização e a auto-avaliação. Importa nesta nota não apenas tecer conclusões, mas sim recomendações para as futuras pesquisas nesta matéria que deixam os professores insatisfeitos. Recomenda-se que As áreas municipais de educação devem criar programas e estratégias de como organizar as planificações quinzenais, embora exista o guia metodológico para as ZIPs, é necessário a xistência de um documento prático especificamente sobre as planifcações de aulas e de auto-avaliação docente e de fiscalização.
27 de set. de 2026